Brunna Librelon faz pré-lançamento do CD Living Water

Brunna Librelon durante apresentação em Montes Claros

Reportagem Drikka Queiroz

Via O Norte

Cantora e compositora cristã, graduada em Educação Física, Brunna Librelon finaliza uma especialização em Treinamento Físico Personalizado. Trabalha como personal trainer e participa de um grupo de estudo rumo ao mestrado. Seu hobby é nadar e ensinar a nadar. Tem um amor incrível pela água e esportes aquáticos.

- Esse é um dos presentes de Deus pra mim. Sou uma admiradora babona de Deus e das belezas da Sua criação, diz a moça.

Confira nosso bate-papo.

Drikka Queiroz: Quais são, de verdade, os seus sonhos e objetivos?

Brunna Librelon: Meu maior sonho é cumprir integralmente o propósito que Deus tem pra mim na minha jornada na Terra. E creio que a missão que Ele me deu é cantar do amor que Ele tem pelas pessoas. Se Ele me der a chance de fazer o mundo todo cantar pra Ele, seria uma honra.

Drikka: Você participou de uma banda gospel, foi uma das convidadas a dividir o palco com a cantora Lorena Chaves. Como tem sido o seu contato com o público? As pessoas já reconhecem o seu trabalho?

Brunna: Já participei de banda gospel e tenho iniciado este trabalho solo há alguns meses. O meu contato com o público tem sido saudável e natural. As pessoas que gostam do meu estilo musical buscam algo diferenciado, mas que não perca os rumos da adoração. Creio que tenho tido reconhecimento pelo meu trabalho, ao passo que mais pessoas tem se interessado em ouvir o meu estilo de fazer música.

Drikka:Como está sendo a experiência do seu primeiro projeto, o CD “Living Water?

Brunna:Tem sido uma experiência linda e marcante, primeiramente pela fidelidade de Deus que tem me abençoado diariamente na gravação do primeiro álbum. Tenho aprendido muito nas gravações com pessoas de talento incrível, que compartilham de toda sua bagagem musical para abrilhantar ainda mais o meu trabalho. Porém, o mais emocionante é ver ideias que antes apenas eu e Deus contemplávamos se tornando reais, palpáveis, capazes de atingir o interior das pessoas e alcançar o mundo! Que esta Água Viva inunde e sacie a sede de muitos sedentos pelo sentido de viver!

Drikka:Você está notadamente mais amadurecida, já são quatro anos trabalhando com música inclusive artisticamente. Você percebe essas mudanças?

Brunna:Sim, claramente. A minha timidez já me atrapalhou muito e o contato constante com o palco e público têm me moldado a estar tranqüila e vulnerável ao que Deus quer fazer através de mim.

Drikka: E quais são as grandes novidades deste novo projeto?

Brunna: Este projeto trás uma maneira simples e leve de conversar com Deus. O estilo musical é mais voltado para o Folk, com traços de Surf Music. Além de ser o primeiro trabalho solo, Living Water (Água Viva) traz músicas em inglês e português. Não desprezando a língua portuguesa, amo compor também na língua inglesa. Deus gosta de surpreender e, se as músicas que Ele me deu em inglês alcançarem o mundo, eu ficaria alegremente surpresa!

Drikka: Neste CD você conta com um repertório de nove músicas. São todas suas?

Brunna: Serão nove músicas de minha composição. Elas parecem às vezes uma viagem. Passeio pela criação de Deus e as dificuldades que o ser humano encontra pela vida. Todas as músicas citam a água de alguma maneira, apontando para a pequenez do homem diante desta grandeza da natureza e a plenitude que Ele pode encontrar bebendo da água da Vida, que é Cristo.

Drikka: Quem são as pessoas que participam com você nessa realização deste projeto?

Brunna:Meus pais, irmãos e família, dando todo apoio moral e espiritual. Os amigos mais íntimos sempre acreditando no meu potencial e não me deixando desistir.O amigo Clauberth do Shekinah Estúdio, que acreditou no meu potencial e tem me apoiado e surpreendido com a qualidade de seus equipamentos e excelentes profissionais como o Sydner Rosberg, que tem produzido o meu CD com excelência e feito intervenções valiosas para o que eu havia proposto para o álbum.

Drikka: Como você classifica esse novo trabalho?

Brunna: Sempre gostei de música internacional e os estilos que sempre me atraem são o surf music, folk e country. Porém, meu trabalho explora mais o folk, explorando ritmos diferenciados e violões marcantes. Quem gosta de música diferente e leve, pode apostar neste trabalho.

SERVIÇO

Brunna Librelon faz pré-lançamento de seu CD “Living Water”, sábado (18), às 20h, no Espaço CJ, centro de Montes Claros-MG.

 

André Wanzeler recebe convidados no Hermes de Paula 

O músico e multi-instrumentista André Wanzeler recebe logo mais à noite no palco do auditório do Centro Cultura Hermes de Paula músicos, amigos, familiares e parceiros para um momento de confraternização e comunhão.

Foram convidados os músicos Ricardo Vianna, que recentemente lançou seu DVD, Sydner Rosberg, Bruna Librelon, Henrique Soedo, Ministério Olhos no Pai, Geração Daniel, D’Passagem e Ton Khristian.

O evento musical tem início às 20h. A entrada custa R$ 10,00. “Será uma noite em que o nome de Cristo será glorificado através de muita música e comunhão”, convida o músico Wanzeller, que também prepara em breve um álbum com músicas inéditas.

Todos aguardamos novidades!

 

“A mediocridade na música e a pequenez criativa estão ligadas ao contexto e ao tipo de púlpito que os músicos vivem”, Marcos Almeida

Marcos Almeida. Uma das raras vozes do atual cenário musical gospel que tive o prazer de conversar, entre tantos outros que também tive a satisfação de ouvir nessa caminhada jornalística cristã. É o tipo de cara que te atrai para uma conversa sincera, um partilhar de ideias novas.  É o cara que te ouve e sente, mas quer dar um recado bacana sobre o que pensa sobre assuntos variados, como por exemplo o mercado musical cristão vorazmente taxado de Gospel.

Almeida é uma dessas vozes que considero – ele também se considera – contrárias ao ao pervertido mundo da música gospel que cada vez mais endossa o mercado e, porque não, dissemina a terrível e temível teologia da prosperidade em detrimento de uma teologia que vê o homem em sua integralidade.

E por falar em integral, anteriormente replicamos na íntegra no blog de CONTEÚDO o mesmo bate-papo, porém sem o vídeo. Consideramos, portanto, ser de extrema importância e de notável interesse público saber o que pensa Marcos Almeida, que nessa entrevista exclusiva à CONTEÚDO, depois de participar do show de lançamento do DVD do músico Ricardo Vianna realizado em Montes Claros-MG, dá detalhes de sua pausa na banda {Palavrantiga}. “O que sustenta a gente não tem nada a ver com música”, uma entre tantas outras frases que marca essa entrevista.

Confira a entrevista na série #ConteúdoEntrevista

ENTREVISTA “O que sustenta a gente não tem nada a ver com música”, diz Marcos Almeida que se despede do Palavrantiga

Na cidade dos homens, tem músico que sabe cantar. E bem! A frase é uma referência a uma das letras (Rookmaaker) do músico, compositor e poeta cristão, vocalista da banda mineira Palavrantiga, Marcos Almeida, que participou da segunda etapa do lançamento do DVD do músico montes-clarense, Ricardo Vianna. Vianna recebeu no palco, especialmente montado no estacionamento da Fasi, bandas expoentes e veteranas do cenário cristão regional. Nesta entrevista concedida ao jornalista Andrey Librelon, editor da Revista Conteúdo Cristão, logo após o show, Marcos Almeida mostra simplicidade, empatia e diz que é importante ter vozes contrárias a, digamos, teologia da prosperidade. Confira abaixo.

Vocalista do Palavrantiga, Marcos Almeida, em show em Montes Claros-MG (Foto: Matheus Peireira/Conteúdo Cristão e Rosana Rabelo/Divulgação)

Conteúdo Cristão – Partindo da proposta de Rookmarker, de que a arte não precisa de justificativa, você acredita que a música é apenas um instrumento de adoração?

Marcos Almeida – Depende de quem faz a música, não é? Adoração não tem a ver com o objeto em si, mas quem manuseia o objeto.

CC – Estilo diverso, letras profundas e que fazem pensar, diferente das músicas e letras que percebemos a partir de cânticos congregacionais que são endossados pela maciça campanha da teologia da prosperidade. Como é trabalhar na contramão desse mercado?

MA – É importante ter vozes diferentes. Aliás, eu torço para que outras vozes surjam, sejam a favor ou contra, não sei, mas que seja diferente, autêntico. A gente está tentando ser bem honesto com aquilo que a gente está fazendo.

CC- Essa é que é a verdade?

MA– Na verdade, a música que eu faço tem a ver com as experiências que vivo. Então, não consigo fazer muito do fingimento do artista. Todo o artista tem um pouco de fingimento nele. (risos). Eu fico mais ligado naquilo que estou experimentando, vivenciando. A teologia da prosperidade dá muita ênfase em certas coisas e esquece, sabe, outras partes do evangelho, da vida, e realidades sociais não se aplicam à ela, não é para todo o mundo. Enfim, acho importante ter vozes contrárias sim.

CC – A Igreja atual me parece ser muito resistente ao ‘estilo pop’ em detrimento aos louvores congregacionais executados em exaustão em nossos templos você não acha.

MA – Não sei! Existem muitas igrejas, né (sic) cara. A comunidade que eu participo, por exemplo, é muito eclética. Temos cultos que tem axé, rap, forró e tem o culto clássico que eu participo aos domingos pela manhã que tem só hino, com coral, quartetos, piano. Acho que vivemos num tempo de convergências, onde as diferenças conseguem conviver bem. O que sustenta a gente não tem nada a ver com música, não é? Quando o cara cai na real em relação a isso, as diferenças ficam menores.

CC– Na cidade dos homens, tem gente que consegue ouvir?
MA– (risos altos) Acho que sim! (risos altos) Acho que sim!

CC– Em entrevista à Rede Super (Igreja Batista da Lagoinha) em 2012, você disse que o grande desafio enquanto músico é transformar uma produção, um texto ou poesia, num produto que é exposto na prateleira. É o principal desafio do músico cristão?

“Toda essa questão da mediocridade nas letras de muita música gospel, essa pequenez criativa, não é culpa dos caras que compõem, não. Está relacionado ao contexto que eles vivem”

Marcos Almeida, músico

MA – A tensão maior é quando você vê um material que é da alma, que não tem preço, virar um item de prateleira. Você vive essa tensão sempre. A arte, a música não tem valor monetário e você acaba tendo que gravar um disco e esse disco vai ter que ir para a prateleira, vender enfim. Esse é o sentido, da arte tocar algo que não tem preço.

CC – Você que lê Rookmarker (risos) acha que os cristãos/evangélicos estão carentes de uma literatura que os interesse, que os faça curtir esse tipo de música?

MA – Isso está muito relacionado com aquilo que a gente lê e o que a gente ouve. E não só isso. Também tem a ver com o que a gente ouve nos púlpitos das igrejas. Toda essa questão da mediocridade nas letras de muita música gospel, e essa pequenez criativa, questão poética, não é culpa dos caras que compõem não. É o contexto que eles vivem. Se eles tivessem um púlpito melhor, se tivessem uma pregação mais abrangente e tivessem coragem de se encontrar com outras frentes, outras vertentes cristãs, acredito que eles iriam se enriquecer mais. Então, para quem aprecia a arte também. É muito contextual. Então, toda a arte também tem esse vínculo com o social, com o tipo de pessoal, família, igreja, bairro. Enfim, acaba tocando em coisas mais amplas.

CC – A banda Palavrantiga, que você integra, anunciou oficialmente há duas semanas nas mídias sociais que o Marcos Almeida entrará para um ‘período sabático’. Para alegria ou tristeza dos fãs, o que significa esse período?

MA – (risos altos) As pessoas me perguntaram se “sabático” é uma nova banda (risos).  E nem virei judeu! (risos)

CC – Tem a ver com a banda Black Sabbath? (rs)

MA – (risos) Não, cara. Não tem nada a ver. (risos) Não é uma nova banda. Mas é preciso renovar. Eu preciso me encontrar com coisas novas, me inspirar naquilo que eu não me inspirava antes. É isso que eu estou esperando. Um tempo de reflexão, de descansar a terra do coração.

CC – Você tocou pela primeira vez em Montes Claros. O que você achou de pisar na terra de Beto Guedes?

MA – Me tragam de volta aí (risos). Gostei de mais, cara, muito mesmo. Me senti em casa. Amo Minas, amo Montes Claros, terra do Beto Guedes, e de tanta gente legal que fez e faz história. Espero voltar, quem sabe, o mais breve possível. Deixo pra Montes Claros a motivação de continuarem a compartilhar a esperança subvertendo a esse mundo com alegria.

Rachel Sheherazade lançará livro pela Mundo Cristão

Rachel Sheherazade participa do programa “The Noite” com Danilo Gentili Foto: Roberto Nemanis/SBT Mais

Obra chegará às lojas no último trimestre de 2014 com tiragem de 15.000 exemplares. A jornalista Rachel Sheherazade firmou contrato com a Editora Mundo Cristão e deve lançar no último trimestre deste ano seu primeiro livro.
O evento para firmar a parceria entre a apresentadora do SBT Brasil e a editora, uma das principais do país, aconteceu nesta segunda-feira (12) quando o assunto do livro também foi revelado.

Sheherazade vai falar sobre os problemas que afetam a sociedade brasileira dando uma abordagem sobre a os valores e virtudes que são necessários para a construção de um comportamento íntegro e ético.

“O conteúdo que Rachel tem a compartilhar encontra abrigo em parcela significativa da sociedade brasileira e reflete os valores bíblicos da autora. Acreditamos que a obra oferecerá subsídios para debate e reflexão”, disse Mark Carpenter, presidente da Mundo Cristão.

Rachel é conhecida por suas opiniões, considerada por muitos como conservadoras, e tem se destacado na imprensa brasileira exatamente por falar o que boa parte da população brasileira pensa.

Foi por seus comentários firmes que a editora resolveu procurá-la. “Aguardávamos essa parceria com grande expectativa”, afirmou o presidente da Mundo Cristão.

O livro não tem título definido, mas a expectativa da editora é que ele tenha boa aceitação entre o público. A tiragem inicial será de 15.000 exemplares.

Fonte: Gospel Prime

O maior herói de todos

Vídeo produzido pelo videomaker e parceiro de Conteúdo Cristão, Matheus Pereira, concorre como melhor vídeo no THE WALKERS – 1º Festival de histórias inspiradoras no YouTube. O curta retrata que “Não existe futuro incerto, o caminho é construído ao percorrê-lo”. Uma história interessante e que serve de inspiração para novas e boas histórias.

> Aperte o Play e veja que história interessante desse artista.

“Nunca me senti atraído por essa estética chamada gospel”, diz o jornalista Ricardo Alexandre

“Entretenimento para crente é a visão do inferno”, diz jornalista em entrevista.  Ricardo Alexandre é jornalista e escritor. Foi dirigente de revistas como Bizz, Trip e Época São Paulo e escreveu livros como “Dias de luta: O rock e o Brasil dos anos 80″ e “Nem vem que não tem: A vida e o veneno de Wilson Simonal”.

Na presente entrevista, concedida ao site Catavento, o jornalista fala do mercado gospel e da estética musical cristã que não o agrada.

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