André Wanzeler recebe convidados no Hermes de Paula 

O músico e multi-instrumentista André Wanzeler recebe logo mais à noite no palco do auditório do Centro Cultura Hermes de Paula músicos, amigos, familiares e parceiros para um momento de confraternização e comunhão.

Foram convidados os músicos Ricardo Vianna, que recentemente lançou seu DVD, Sydner Rosberg, Bruna Librelon, Henrique Soedo, Ministério Olhos no Pai, Geração Daniel, D’Passagem e Ton Khristian.

O evento musical tem início às 20h. A entrada custa R$ 10,00. “Será uma noite em que o nome de Cristo será glorificado através de muita música e comunhão”, convida o músico Wanzeller, que também prepara em breve um álbum com músicas inéditas.

Todos aguardamos novidades!

 

“A mediocridade na música e a pequenez criativa estão ligadas ao contexto e ao tipo de púlpito que os músicos vivem”, Marcos Almeida

Marcos Almeida. Uma das raras vozes do atual cenário musical gospel que tive o prazer de conversar, entre tantos outros que também tive a satisfação de ouvir nessa caminhada jornalística cristã. É o tipo de cara que te atrai para uma conversa sincera, um partilhar de ideias novas.  É o cara que te ouve e sente, mas quer dar um recado bacana sobre o que pensa sobre assuntos variados, como por exemplo o mercado musical cristão vorazmente taxado de Gospel.

Almeida é uma dessas vozes que considero – ele também se considera – contrárias ao ao pervertido mundo da música gospel que cada vez mais endossa o mercado e, porque não, dissemina a terrível e temível teologia da prosperidade em detrimento de uma teologia que vê o homem em sua integralidade.

E por falar em integral, anteriormente replicamos na íntegra no blog de CONTEÚDO o mesmo bate-papo, porém sem o vídeo. Consideramos, portanto, ser de extrema importância e de notável interesse público saber o que pensa Marcos Almeida, que nessa entrevista exclusiva à CONTEÚDO, depois de participar do show de lançamento do DVD do músico Ricardo Vianna realizado em Montes Claros-MG, dá detalhes de sua pausa na banda {Palavrantiga}. “O que sustenta a gente não tem nada a ver com música”, uma entre tantas outras frases que marca essa entrevista.

Confira a entrevista na série #ConteúdoEntrevista

ENTREVISTA “O que sustenta a gente não tem nada a ver com música”, diz Marcos Almeida que se despede do Palavrantiga

Na cidade dos homens, tem músico que sabe cantar. E bem! A frase é uma referência a uma das letras (Rookmaaker) do músico, compositor e poeta cristão, vocalista da banda mineira Palavrantiga, Marcos Almeida, que participou da segunda etapa do lançamento do DVD do músico montes-clarense, Ricardo Vianna. Vianna recebeu no palco, especialmente montado no estacionamento da Fasi, bandas expoentes e veteranas do cenário cristão regional. Nesta entrevista concedida ao jornalista Andrey Librelon, editor da Revista Conteúdo Cristão, logo após o show, Marcos Almeida mostra simplicidade, empatia e diz que é importante ter vozes contrárias a, digamos, teologia da prosperidade. Confira abaixo.

Vocalista do Palavrantiga, Marcos Almeida, em show em Montes Claros-MG (Foto: Matheus Peireira/Conteúdo Cristão e Rosana Rabelo/Divulgação)

Conteúdo Cristão – Partindo da proposta de Rookmarker, de que a arte não precisa de justificativa, você acredita que a música é apenas um instrumento de adoração?

Marcos Almeida – Depende de quem faz a música, não é? Adoração não tem a ver com o objeto em si, mas quem manuseia o objeto.

CC – Estilo diverso, letras profundas e que fazem pensar, diferente das músicas e letras que percebemos a partir de cânticos congregacionais que são endossados pela maciça campanha da teologia da prosperidade. Como é trabalhar na contramão desse mercado?

MA – É importante ter vozes diferentes. Aliás, eu torço para que outras vozes surjam, sejam a favor ou contra, não sei, mas que seja diferente, autêntico. A gente está tentando ser bem honesto com aquilo que a gente está fazendo.

CC- Essa é que é a verdade?

MA– Na verdade, a música que eu faço tem a ver com as experiências que vivo. Então, não consigo fazer muito do fingimento do artista. Todo o artista tem um pouco de fingimento nele. (risos). Eu fico mais ligado naquilo que estou experimentando, vivenciando. A teologia da prosperidade dá muita ênfase em certas coisas e esquece, sabe, outras partes do evangelho, da vida, e realidades sociais não se aplicam à ela, não é para todo o mundo. Enfim, acho importante ter vozes contrárias sim.

CC – A Igreja atual me parece ser muito resistente ao ‘estilo pop’ em detrimento aos louvores congregacionais executados em exaustão em nossos templos você não acha.

MA – Não sei! Existem muitas igrejas, né (sic) cara. A comunidade que eu participo, por exemplo, é muito eclética. Temos cultos que tem axé, rap, forró e tem o culto clássico que eu participo aos domingos pela manhã que tem só hino, com coral, quartetos, piano. Acho que vivemos num tempo de convergências, onde as diferenças conseguem conviver bem. O que sustenta a gente não tem nada a ver com música, não é? Quando o cara cai na real em relação a isso, as diferenças ficam menores.

CC– Na cidade dos homens, tem gente que consegue ouvir?
MA– (risos altos) Acho que sim! (risos altos) Acho que sim!

CC– Em entrevista à Rede Super (Igreja Batista da Lagoinha) em 2012, você disse que o grande desafio enquanto músico é transformar uma produção, um texto ou poesia, num produto que é exposto na prateleira. É o principal desafio do músico cristão?

“Toda essa questão da mediocridade nas letras de muita música gospel, essa pequenez criativa, não é culpa dos caras que compõem, não. Está relacionado ao contexto que eles vivem”

Marcos Almeida, músico

MA – A tensão maior é quando você vê um material que é da alma, que não tem preço, virar um item de prateleira. Você vive essa tensão sempre. A arte, a música não tem valor monetário e você acaba tendo que gravar um disco e esse disco vai ter que ir para a prateleira, vender enfim. Esse é o sentido, da arte tocar algo que não tem preço.

CC – Você que lê Rookmarker (risos) acha que os cristãos/evangélicos estão carentes de uma literatura que os interesse, que os faça curtir esse tipo de música?

MA – Isso está muito relacionado com aquilo que a gente lê e o que a gente ouve. E não só isso. Também tem a ver com o que a gente ouve nos púlpitos das igrejas. Toda essa questão da mediocridade nas letras de muita música gospel, e essa pequenez criativa, questão poética, não é culpa dos caras que compõem não. É o contexto que eles vivem. Se eles tivessem um púlpito melhor, se tivessem uma pregação mais abrangente e tivessem coragem de se encontrar com outras frentes, outras vertentes cristãs, acredito que eles iriam se enriquecer mais. Então, para quem aprecia a arte também. É muito contextual. Então, toda a arte também tem esse vínculo com o social, com o tipo de pessoal, família, igreja, bairro. Enfim, acaba tocando em coisas mais amplas.

CC – A banda Palavrantiga, que você integra, anunciou oficialmente há duas semanas nas mídias sociais que o Marcos Almeida entrará para um ‘período sabático’. Para alegria ou tristeza dos fãs, o que significa esse período?

MA – (risos altos) As pessoas me perguntaram se “sabático” é uma nova banda (risos).  E nem virei judeu! (risos)

CC – Tem a ver com a banda Black Sabbath? (rs)

MA – (risos) Não, cara. Não tem nada a ver. (risos) Não é uma nova banda. Mas é preciso renovar. Eu preciso me encontrar com coisas novas, me inspirar naquilo que eu não me inspirava antes. É isso que eu estou esperando. Um tempo de reflexão, de descansar a terra do coração.

CC – Você tocou pela primeira vez em Montes Claros. O que você achou de pisar na terra de Beto Guedes?

MA – Me tragam de volta aí (risos). Gostei de mais, cara, muito mesmo. Me senti em casa. Amo Minas, amo Montes Claros, terra do Beto Guedes, e de tanta gente legal que fez e faz história. Espero voltar, quem sabe, o mais breve possível. Deixo pra Montes Claros a motivação de continuarem a compartilhar a esperança subvertendo a esse mundo com alegria.

Rachel Sheherazade lançará livro pela Mundo Cristão

Rachel Sheherazade participa do programa “The Noite” com Danilo Gentili Foto: Roberto Nemanis/SBT Mais

Obra chegará às lojas no último trimestre de 2014 com tiragem de 15.000 exemplares. A jornalista Rachel Sheherazade firmou contrato com a Editora Mundo Cristão e deve lançar no último trimestre deste ano seu primeiro livro.
O evento para firmar a parceria entre a apresentadora do SBT Brasil e a editora, uma das principais do país, aconteceu nesta segunda-feira (12) quando o assunto do livro também foi revelado.

Sheherazade vai falar sobre os problemas que afetam a sociedade brasileira dando uma abordagem sobre a os valores e virtudes que são necessários para a construção de um comportamento íntegro e ético.

“O conteúdo que Rachel tem a compartilhar encontra abrigo em parcela significativa da sociedade brasileira e reflete os valores bíblicos da autora. Acreditamos que a obra oferecerá subsídios para debate e reflexão”, disse Mark Carpenter, presidente da Mundo Cristão.

Rachel é conhecida por suas opiniões, considerada por muitos como conservadoras, e tem se destacado na imprensa brasileira exatamente por falar o que boa parte da população brasileira pensa.

Foi por seus comentários firmes que a editora resolveu procurá-la. “Aguardávamos essa parceria com grande expectativa”, afirmou o presidente da Mundo Cristão.

O livro não tem título definido, mas a expectativa da editora é que ele tenha boa aceitação entre o público. A tiragem inicial será de 15.000 exemplares.

Fonte: Gospel Prime

O maior herói de todos

Vídeo produzido pelo videomaker e parceiro de Conteúdo Cristão, Matheus Pereira, concorre como melhor vídeo no THE WALKERS – 1º Festival de histórias inspiradoras no YouTube. O curta retrata que “Não existe futuro incerto, o caminho é construído ao percorrê-lo”. Uma história interessante e que serve de inspiração para novas e boas histórias.

> Aperte o Play e veja que história interessante desse artista.

“Nunca me senti atraído por essa estética chamada gospel”, diz o jornalista Ricardo Alexandre

“Entretenimento para crente é a visão do inferno”, diz jornalista em entrevista.  Ricardo Alexandre é jornalista e escritor. Foi dirigente de revistas como Bizz, Trip e Época São Paulo e escreveu livros como “Dias de luta: O rock e o Brasil dos anos 80″ e “Nem vem que não tem: A vida e o veneno de Wilson Simonal”.

Na presente entrevista, concedida ao site Catavento, o jornalista fala do mercado gospel e da estética musical cristã que não o agrada.

Pastor-lateral: Ceará, do Cruzeiro, concilia carreira de sucesso nos campos e busca por fé

Tá aí a explicação para as boas atuações do Cruzeiro Esporte Clube no ano passado e no início da temporada em 2014, diriam os torcedores fanáticos sobre o título desse post. Líder em campo, Ceará também lidera um outro grupo, longe dos gramados. O lateral é pastor da Igreja Batista Getsêmani.

Foi em busca de sucesso no futebol, que ele descobriu a fé. Mais novo de oito irmãos, vem de uma família que saiu do Ceará em busca de uma vida melhor em São Paulo. Na época, se apoiou na religião para realizar o sonho de vencer no futebol. E acabou encontrando uma nova maneira de viver e de se relacionar com as diversidades – dentro e fora dos campos.

mosaico ceará lateral cruzeiro (Foto: Reprodução/TV Globo Minas)

- Deus tem um papel relevante na minha vida de transformação e mudança, porque infelizmente o ser humano é muito egocêntrico. Ele pensa em si, é muito egoísta. Pensa no seu bem estar, e sempre quer trabalhar ou fazer as coisas pra que ele se de bem. Aos poucos essa minha mentalidade foi mudando, Deus foi mudando a minha maneira de viver de se comportar. Nós aprendemos muito com os ensinamentos de Deus, que você tem que ser submisso as suas autoridades e, normalmente não é isso eu acontece. Principalmente no meio do futebol, que tem aquela coisa do ego.

A conduta de fé e solidariedade de Ceará se reflete no esporte. O lateral é exemplo para os companheiros.

- O Ceará é um grande exemplo pra mim. Tanto em termos profissionais quanto pessoais. Acho que precisamos de exemplos como esse – conta Dagoberto, que assiste aos cultos presididos pelo companheiro de Cruzeiro.

E foi apoiado na fé e no comportamento centrado que o lateral direito conquistou diversos títulos: campeão da Libertadores e do Mundial pelo Internacional, vários no futebol francês e do Brasileiro com o Cruzeiro, no ano passado.

- Traz emoção, essa trajetória de caminhada com Deus, tanto no futebol quanto na vida espiritual, porque a gente tem conseguido abençoar muitas pessoas e também ser abençoado. E isso é maravilhoso.

Fonte: Globo Esporte 

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