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“Ele me perdoa, pois sou pecador”, diz Malafaia no programa De frente com Gabi, no SBT

Minha percepção sobre a entrevista do Malafaia no De frente com Gabi

Silas Malafaia e a jornalista Marília Gabriela (Foto: Divulgação/SBT)

Andrey Librelon

Muito do que tenho ouvido ultimamente tem mudado minha forma de ver, pensar sobre coisas e pessoas. Minha filosofia de vida. Com certeza, uma visão mais humanista que cética. Lógico que, como o apóstolo Paulo, retenho o que é bom de tudo que leio, literalmente.

Um desses momentos foi a entrevista memorável do Pr. Silas Malafaia no ‘De Frente com Gabi’, ontem no SBT, que recomendo: deve ser ruminada!

Desmistifica preconceitos, conceitos, ideias, radicalismo barato e reafirma o que penso, como muitos cristãos de mente aberta, sobre a questão da prosperidade na vida cristã e, claro, o homossexualismo. Sou contra a PLC 122. Os direitos iguais a todos já estão contemplados na CF/88. Não precisa de uma lei específica para contemplar uma minoria. Cabe reflexão. Vamos à entrevista.

Marília Gabriela é singular. Entrevistadora nata, inteligente, perspicaz. Diferente de Jô Soares, Danilo Gentili e cia Ltda. Todos têm qualidades, mas ainda assim continuam sendo meros animadores de plateia. O entrevistado é mais um. Com Gabi, não. Sua entrevista revela, expõe, questiona, faz pensar. Faz a gente pensar. Falar do layout do programa não é chover no molhado. O modelo, com mesa transparente, luzes fortes e entrevistador e entrevistado frente a frente é tenso e, ao mesmo tempo, arrebatador. Jô Soares e Danilo Gentilli talvez não dessem conta de uma entrevista com o polêmico Malafaia. Não basta ser inteligente, bem humorado. A entrevista requer conhecimento do outro, do assunto, senso crítico. Não uma leitura dos últimos acontecimentos, das notícias em jornais, mas uma consulta da vida do entrevistado. Fica a sugestão.

A entrevista foi marcada pelo equilíbrio. Quem venceu foi o telespectador, ouvinte. Tendenciosa? Penso que não. As perguntas foram colocadas na mesa e respondidas. Aborto, adoção de crianças por casais de mesmo sexo, adultério, divórcio, opção sexual, teologia da prosperidade e besteirol. Questões, claro, respondidas à luz da Bíblia na qual, como cristão que sou, acredito veementemente.

Sobre o patrimônio do pastor? Ele diz ter R$ 4 milhões em seu nome. Não me deve explicações. Deve a você? Ponto. Deve, sim, aos fiéis de sua igreja no Rio, sua família, empresa e para a Receita Federal, se estiver devendo ou ‘roubando’, como levianamente dizem por aí, sempre generalizando os “pastores”.

A discussão continua. Tire suas conclusões.

Duas frases me chamaram a atenção na entrevista. Compartilho aqui.

“Jesus, no Novo Testamento, falou mais sobre o inferno que o Céu. Talvez alertando as pessoas para não irem para lá”

“Deus está interessado no bem-estar do povo”

“Meu desejo é que esse Deus que eu creio se revele cada vez mais a você, trazendo paz, alegria”.

“Ele me perdoa, porque eu sou pecador”, rebatendo Gabi que provocou afirmando que o deus dela pudesse perdoá-lo.

 

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  1. Nenhum comentário ainda.
  1. fevereiro 5, 2013 às 3:41 PM

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