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E se Jesus fosse prefeito de sua cidade? Conferência sobre Missão Integral em Montes Claros recebe Bob Moffitt

Uma boa pergunta para se responder nos dias de hoje. Que tal? Que tal ser e pertencer uma igreja relevante, que serve sua comunidade?

 

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Conferencista Bob Moffitt (foto: dnaglobalnews)

Tem início hoje (6) e vai até o dia 9 de março, em Montes Claros-MG, a Conferência Missão Integral e Workshop com o escritor e conferencista internacional e fundador da Harvest Foundation e Disciple Nations Alliance, Bob Moffitt.  O evento é realizado pela direção da 7ª Igreja Presbiteriana de Montes Claros.

A conferência é voltada para interessados pelo tema Missão Integral. Durante os dois eventos, serão estudados princípios bíblicos que norteiam o papel da Igreja na comunidade. Papel que tem sido deturpado e esquecido pelos cristãos e pela própria igreja evangélica brasileira,  mineira, para não dizer a montes-clarense.

Temas com o evangelho integral, disciplina de amor, projeto semente, papel da igreja na sociedade, ferramentas para a transformação, a matemática do reino, a igreja como uma janela e Jesus como modelo para crescimento serão abordados durante os quatro dias de evento.

As inscrições ainda podem ser feitas por aqui

Veja a programação completa

Programação

Sessão 4ª feira 5ª feira 6ª feira Sábado
Manhã 08:30h Disciplina do Amor Projeto Semente Plano para o Projeto Semente
Noite 19:30h Matemática do Reino As intenções de Deus – a Igreja como janela Jesus, modelo de crescimento e O mínimo irredutível

Confira o vídeo promocional da Conferência.

Yousef Nadarkhani é preso novamente

O pastor voltou para a cadeia no dia de Natal

Yousef Nadarkhani é preso novamente (Foto: baptistbulletin)

O pastor iraniano que fora preso no Irã por causa de sua conversão do islamismo para o cristianismo ficou famoso no mundo todo. Tendo passado por diferentes julgamentos, que eram sempre adiados ele voltou para casa este ano, depois de quase 3 anos atrás das grades.

Mas notícias de agências internacionais dão conta que ele foi levado para a cadeia novamente no dia de Natal.

Aos 35 anos, Yousef Nadarkhani, foi levado novamente para a Penitenciária de Lakan, na região de Rasht. A justificativa é que ele deveria completar o restante de sua pena, informaram pessoas próximas a Nadarkhani.

Em setembro, o pastor foi absolvido da acusação de apostasia, mas o tribunal manteve a sentença de três anos por evangelizar muçulmanos. Como ele já cumpriu quase três anos, o pastor foi libertado após pagar fiança.

O tribunal afirmou na época que os cerca de 45 dias restantes seriam em liberdade provisória. Aparentemente, a justiça do Irã mudou de ideia três meses depois. Não se sabe quanto tempo Nadarkhani, que é casado e pai de dois filhos, ficará na penitenciária.

Ele trava uma batalha com o regime muçulmano que governa o Irã desde 2006, quando pediu que sua igreja fosse reconhecida pelo Estado. Logo em seguida ele foi preso na época, mas liberado logo em seguida.

Em 2009, Nadarkhani voltou a procurar as autoridades locais para reclamar sobre a doutrinação islâmica que seus filhos recebiam na escola. Foi então que ele foi preso no processo que o tornou conhecido. Após a sua libertação, Nadarkhani escreveu uma carta pública agradecendo a todos aqueles que oraram por sua libertação e pressionaram o governo. Em novembro, ele viajou a Londres para falar em uma conferência sobre direitos humanos, mas retornou ao Irã em seguida.

Mesmo após Nadarkhani ser solto, seu advogado, Mohammed Ali Dadkhah, que fora preso por defender o pastor e outros casos de direitos humanos, continuou na prisão de Evin. Relatos de sua família afirmam que sua saúde está se deteriorando rapidamente e ele não está recebendo atendimento.

[Fonte: GospelPrime + Fox News]

MISSÕES: Cristãos representam quase metade de emigrantes em todo o mundo

Os cristãos superam amplamente os muçulmanos em termos numéricos entre as pessoas que migram de país no mundo inteiro – inclusive na União Europeia , onde os debates sobre a migração geralmente focam na chegada de muçulmanos -, segundo um estudo divulgado na quinta-feira.

Dos 214 milhões de pessoas que vivem fora do seu país natal, cerca de 106 milhões (49%) são cristãs, e cerca de 60 milhões (27%) são muçulmanas, segundo pesquisa do Fórum Pew para Religião e Vida Pública.

Apenas 3,6 milhões de judeus saíram dos seus países natais, segundo o estudo, mas isso representa 25% da população judaica mundial, disparadamente a maior proporção entre todos os grupos.

“Muitos especialistas acham que, em termos gerais, as oportunidades econômicas – melhores empregos e salários – são o maior motor individual da migração internacional”, disse o estudo. “Ao mesmo tempo, a religião continua sendo um fator na decisão de algumas pessoas em saírem dos seus países natais e nas suas escolhas sobre aonde ir.”

O estudo definiu como migrantes pessoas que em 2010 estavam havia mais de um ano vivendo em outro país. As cifras incluem estimativas sobre imigrantes ilegais e refugiados permanentes, como os palestinos e seus descendentes.

“Talvez contrariamente à percepção popular …, os imigrantes cristãos superam os imigrantes muçulmanos na União Europeia como um todo”, disse o relatório, referindo-se indiretamente a partidos ultradireitistas que se queixam de uma “invasão” muçulmana.

Dos 47 milhões de migrantes na UE, 26 milhões são cristãos, e 13 milhões são muçulmanos. A diferença cai quando se leva em conta apenas os imigrantes de países fora da UE – 13 milhões de cristãos, e 12 milhões de muçulmanos.

Os EUA são o principal destino dos migrantes cristãos, que representam 74% dos 43 milhões de estrangeiros radicados no país. Dois terços deles são latino-americanos.

Além disso, os EUA são o principal destino para budistas (muitos do Vietnã), e só 5% dos estrangeiros no país são muçulmanos.

O país que mais atrai muçulmanos é a Arábia Saudita – especialmente trabalhadores braçais de outros países árabes, do subcontinente indiano e das Filipinas.

A ONU estima que 3% da população mundial viva fora do seu país de origem. Isso representa 214 milhões de pessoas, um contingente maior que a população do Brasil, quinto país mais populoso do planeta.

Fonte: Creio

Opinião. “Cooperadores de Deus: O Ministério como Privilégio”, por Cácio Silva

Texto originalmente publicado na 2ª edição da Revista Conteúdo Cristão 

(*) Rev. Cácio Silva

Depois de dez anos de treinamento e muito trabalho a Elisângela e eu seguia para o campo missionário. Viajávamos de barco subindo o Rio Negro, numa viagem de quatro dias na bela e inóspita Floresta Amazônica. Ao final do quarto dia de viagem, já à noite, o barco chocou-se numa pedra, houve uma avaria no casco, a água começou a inundar o porão e instaurou-se um clima de desespero entre os duzentos passageiros. Apesar do cenário propício para uma grande tragédia, Deus operou livramento e todos foram levados ilesos para uma ilha em pequenos botes. Sob as grandes árvores, em meio aos muitos cipós e raízes, na amedrontadora escuridão da floresta, ficamos esperando pelo resgate, enquanto muitas interrogações vinham à mente. No porão do barco estavam nossas quatorze caixas com objetos pessoais, dentre as quais, oito caixas de livros com o melhor que tínhamos na nossa biblioteca pessoal. No fervilhar dos pensamentos, o Senhor trouxe-nos à mente Filipenses 1.29: “Pois a vocês foi dado o privilégio de não apenas crer em Cristo, mas também de sofrer por ele” (NVI). Entendemos naquela hora, que até os sofrimentos do ministério são privilégios de Deus para nossas vidas.

Há duas verdades bíblicas que precisamos entender sobre a missão e, com “missão”, refiro-me à ação de Deus em expandir o Seu próprio reino sobre a face da terra.

1) A missão não é da igreja e sim do próprio Deus. A igreja não possui a missao e sim é possuída por ela. Não é senhora da missão e sim serva dela. A missão não é da igreja porque a igreja não pode levá-la à cabo. Se não podemos converter um amigo chegado, muito menos um indígena perdido no meio da floresta. Somente Deus pode fazê-lo e por isso a missão é d’Ele próprio. A missão é de Deus e é Ele quem está expandindo o Seu reino sobre a terra.

Temos notícias de muitos muçulmanos sendo se convertendo ao Senhor no Oriente Médio e Norte África. Informações recentes apontam que 25% deles são atraídos ao evangelho através da leitura da Bíblia em árabe e de textos de evangelização; 25% através de programas de rádio e televisão; outros 25% através de sonhos e visões – às vezes famílias inteiras sonham com o Senhor Jesus numa mesma noite! E somente 25% através de abordagens pessoais diretas de evangelismo. Ou seja, 75% dos muçulmanos têm sido atraídos ao evangelho sem contato direto com os missionários. Isto, porque, a missão não é dos missionários e sim do próprio Deus.

2) A missão é de Deus, mas a igreja participa da Sua missão. Deus, que não depende de nós e poderia fazer tudo sozinho, decidiu, na Sua soberania, convocar a igreja para participar do Seu trabalho. Não há participação humana na conversão, mas a igreja participa ativa e efetivamente na proclamação. Observe que, apesar de muitos muçulmanos se aproximarem do evangelho sem contato com missionários, logo em seguida necessitam da atuação dos mesmos para serem discipulados e reunidos em igreja.

A igreja não é dona da missão, mas ela participa da missão de Deus. A igreja é convocada para trabalhar com Deus no Seu trabalho e é por isso que Paulo nos chama de “cooperadores de Deus” (1 Co 3.9). A idéia aqui é que Deus está operando ou trabalhando e nós estamos operando ou trabalhando com Ele, no trabalho d’Ele. Deus está expandindo Seu reino sobre a terra e nós participamos desse movimento de expansão.

Se isso é fato, antes de ser uma responsabilidade o ministério cristão é um privilégio. O Rei do universo nos dá o privilégio de trabalhar com Ele no Seu trabalho. Elisângela e eu não somos pobres coitados enviados para a Amazônia. Somos, sim, privilegiados por servir a Deus ali. Você é um privilegiado quando desenvolve seu ministério onde está. Quando lança a sua semente por onde passa. Quando se compromete com sua igreja local e serve ao Senhor ali.

Os problemas sempre surgem. Os ventos contrários não tardam. As corredeiras da vida ameaçam nossa embarcação. Mas até os sofrimentos do ministério são privilégios de Deus para nossas vidas. Usufrua do seu privilégio.

* Pastor presbiteriano e missionário da Missão AMEM e APMT, juntamente com sua esposa Elisângela, entre indígenas na Amazônia. Professor de fenomenologia da religião e lingüista. Tem bacharelado em teologia, especialização em antropologia intercultural, mestrado em missiologia e habilitação em lingüística. Autor de Fenomenologia da Religião, Editora Transcultural.

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* Pastor presbiteriano e missionário da Missão AMEM e APMT, juntamente com sua esposa Elisângela, entre indígenas na Amazônia. Professor de fenomenologia da religião e lingüista. Tem bacharelado em teologia, especialização em antropologia intercultural, mestrado em missiologia e habilitação em lingüística. Autor de Fenomenologia da Religião, Editora Transcultural e Colunista da Revista Conteúdo Cristão

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