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“Instrument” reúne expoentes do melhor da música evangélica

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Instrument. Um dos momentos do brilhantismo de jovens músicos cristãos em Montes Claros-MG (foto: Divulgação/Instrument)

Rock do bom para nenhum cristão botar defeito. O maior (e até agora melhor) encontro de músicos da cidade agora tem nome: Instrument. O evento realizado pelo jovem guitarrista e produtor musical Igor Leandro (Igor Producer) reuniu na noite desta quarta-feira (5), no Centro Cultural Hermes de Paula músicos e cantores para um rápido e nervoso musical beneficente.

Rubass e Guilherme Vitorino falaram grosso dominando de quatro a seis cordas nos baixos vibrantes, João Pedro e Jorge Lucas se deleitaram na bateria, com ataques suaves e nervosos. Nivson Daniel e Bruno Ribeiro (vocal) deram o tom para as músicas orquestradas pelo guitarrista Igor Leandro, que só faltou fazer chover no palco, mostrando ao público, que lotou o auditório, palhetadas tradicionais e o que há de mais moderno no universo das guitarras.

Os equipamentos aliados ao som de qualidade contribuíram na performance dos músicos, que tiraram dos seus instrumentos sons agradáveis e rasgados, a exemplo das guitarras, a partir das distorções que vez ou outra eram atreladas a delays, chorus, flangers e um wah wah de leve. O público também experimentou uma iluminação profissional e moderna, que deu brilho e vida no palco.

Instrument já caiu no gosto da moçada e começa 2014 fazendo frente aos tradicionais “festivais” de música de verão norte-mineiro. O Instrument está em sua primeira edição  e, brevemente, deve se transformar em DVD para a alegria de amigos, fãs e adeptos do som de qualidade.

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Salão Internacional Gospel se prepara para terceira edição em 2014

Evento se consolida como a principal feira do setor

Salão Gospel 2013(4)

A primeira edição do Salão Internacional Gospel começou a ser sonhada e projetada em 2010, sendo idealizada somente em 2012, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. O Salão foi idealizado por dois jornalistas e empresários cristãos, Marcelo Rebello e Luciana Mazza, responsáveis pelo Grupo MR1, primeira agência especializada e líder no mercado Gospel brasileiro. Ambos, filhos de pastores e profissionais que, por meio de seus talentos e de um trabalho sério, focado há mais de 19 anos no mesmo setor, fizeram parte do crescimento e ajudaram a escrever páginas importantes da história da cultura Gospel brasileira.

O SIG também é organizado pela reconhecida multinacional Fiera Milano, que mantém escritórios espalhados pelo mundo. No Brasil, Itália, Índia, China e Cingapura a empresa é referência em organização de feiras. Esse conjunto colocou o evento numa posição privilegiada, onde espiritualidade, talento e competência andam juntos e se completam.

Em relação às inovações e propostas diferenciadas, o Salão Gospel foi pioneiro, chegando ao mercado com respeito ao que já existia, como uma nova opção e formato revolucionário. Sempre com o objetivo de somar e nunca subtrair ou rivalizar, essa é visão de um cristão e não poderia ser diferente”, destaca Mazza.

Acompanhando toda a efervescência e visibilidade do segmento, em 2013 foi realizada a segunda edição do Salão. “A feira cresceu, amadureceu e superou as expectativas, unindo igrejas, lideranças comprometidas com o reino, músicos, gravadoras, editoras, empresários, palestrantes, livreiros, lojistas, jornalistas e o público em geral, todos que fazem parte de um único corpo, foram muito bem-vindos num clima familiar de harmonia, onde era possível sentir o principal: a presença de Deus”, ressalta Marcelo Rebello

Os organizadores destacam ainda que “vidas foram transformadas e impactadas dentro do Salão Gospel devido às muitas lutas e diversas vitórias”. “O Salão deixou de ser apenas uma feira para se tornar uma causa de cada cristão brasileiro, que ama esse mercado e que reconhece que é necessário profissionalizar, porém, sem se misturar e perder o foco que sempre deve ser Cristo”, completa Mazza.

#SIG2014

Já foi dada a largada para a próxima edição, confirmada para 11 a 13 de abril de 2014, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. “A feira terá novidades que podem surpreender o mercado pelo bom gosto, pela estética, pela unidade, pela ousadia, mas, principalmente, pelo compromisso que tem de não abrir mão de valores cristãos”, acrescenta Mazza.

Para quem pretende expor ou visitar o Salão, instrumentos musicais, gravadoras, editoras, vestuário, escolas de música, ministérios, prestadores de serviços, produtos interessantes e curiosos, teatro, cinema, palestras que investem no mercado, atividades para toda a família cristã é tudo gratuito. “Aqueles que pretendem fazer negócios, a feira acontece num mês estratégico para o mercado, na melhor data do varejo, sendo a única feira do setor onde os compradores de lojas de CDs e livreiros poderão ter acesso a toda a linha de produtos em um mesmo local, com tranquilidade para ter um atendimento eficaz, com a área de exposições separada dos locais dos shows, garantindo um clima propício para fomento de negócios e ampliação de network”, aconselham os idealizadores.

Algumas experiências são positivas, como o fechamento de negócios da Staner, do segmento de instrumentos musicais e equipamentos de áudio, que esteve na última edição do Salão Gospel. “Foram muitos contatos, igrejas, bandas, cantores, empresários. Muitos desses geraram negócios, recebemos até visitas de alguns em nosso Polo Industrial. Fora toda exposição da marca. Tudo feito no II Salão Internacional Gospel”, lembram os investidores.

“Tivemos dias maravilhosos dentro do Salão, casa cheia com muita programação diversificada. O Salão chega para fomentar o meio e valorizar o segmento Gospel brasileiro. Nós, pastores da UNIPAS, apoiamos esse trabalho! Eu já quero deixar o convite para que você venha estar conosco em 2014. Parabéns a toda a equipe que trabalhou no evento!”, conclui o Bispo Jacques Soares, presidente da UNIPAS e da UMEB.

“O Salão Gospel ouviu o mercado, suas necessidades, sua carência e em 2014 vem com mudanças e novidades onde todos ganham, sejam no crescimento espiritual, na organização, no investimento no segmento e nos negócios. É uma oportunidade anual de ser abençoado e alimentado espiritualmente, de rever os irmãos e fazer novos contatos profissionais”, conclui Marcelo Rebello.

 Serviço:

SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL

http://www.salaointernacionalgospel.com.br

Realização: Grupo MR1

http://www.grupomr1.com.br

Local: Centro de Exposições Imigrantes

http://www.centroimigrantes.com.br

Endereço: Rodovia dos Imigrantes Km 1,5, São Paulo, SP, Brasil

Data: 11 a 13 de Abril de 2014

VISITAÇÃO GRATUITA

Central de Atendimento: agenciamr1@gmail.com

Imprensa: Luciana Mazza – MTB 36.322

mr1assessoriadeimprensa@gmail.com

013 7813.5186 | 87*13165

 

“Negro Spiritual” é tema de workshop com o compositor americano Gylchris Sprauve em Montes Claros

Gylchris Sprauve estará em Montes Claros pela segunda vez

Gylchris Sprauve estará em Montes Claros pela segunda vez

Com o tema Negro Spiritual, estão abertas as inscrições com o cantor e compositor americano Gylchris Sprauve. O curso será realizado em Montes Claros-MG, no Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernandez, de 21 a 25 de maio e vai enfatizar a técnica vocal, naipes, extensões e exercícios para voz.

Serão 15 horas de instrução musical. Os inscritos receberão material didático, além de gravações, documentos, vídeos e partituras. Todos providenciados pelo professor. Para participar do workshop, entre em contato pelos telefones (38) 3084-7725 e 9193-2123.

Serão oferecidas apenas 10 vagas. 100 vagas para ouvintes ao todo. As inscrições podem ser feitas na Rua Lírio Brant, 787 Melo, de 13 às 19h com Adriana.

Fonte: O Norte

Igrejas evangélicas viram celeiro de profissionais para músicos e bandas seculares

Formados nos templos, profissionais fazem carreira no mercado secular; Educação gospel abastece bandas de Fábio Junior a Racionais MC’s 

#Dica do Filipe Lúcio

Aldo Gouveia já flanou por bandas de rap ao melodrama de Fabio Junior  (Foto: Caio Kenji/G1)

Aldo Gouveia canta com Fábio Junior e diz que Mano Brown já foi a cultos atrás de músicos (Foto: Caio Kenji/G1)

“Esse cara é bom, vem da igreja” é uma expressão comum, usada por músicos como Simoninha, na hora de avaliar alguns dos profissionais que trabalham com eles – no caso da banda do carioca, quatro dos sete músicos se encaixam na descrição. O papel preponderante da música dentro das inúmeras variantes de igrejas evangélicas no Brasil, criou, involuntariamente, um mercado paralelo de capacitação.

“A gente fala brincando, entre os músicos que não são religiosos, que não têm vínculo nenhum. É uma forma de dizer que o cara é disciplinado, maduro e competente. Tem muita gente dessas igrejas no meio musical, um acaba puxando o outro”, explica o filho de Simonal.

Alguns profissioanais, como Robinho Tavares, baixista de sua banda há 12 anos, chegam a atrair uma legião de fãs evangélicos por onde a turnê de Simonal passa. ” Já virou piada. Vamos fazer show tem seguidores do Robinho, ele tem fãs no país inteiro.”

Cantar é parte importante dos cultos evangélicos. Com a abrangência da oportunidade de integrar a parte musical do louvor, quem se converte muitas vezes acaba descobrindo um talento ou, pelo menos, a possibilidade de aprender a tocar um instrumento e cantar. O esquema é colaborativo, ou “mambembe mesmo, sem regra, ar condicionado, estrutura de sala de aula. É na base da repetição e autodidatismo”, como define o regente Nilton Silva, 37.

Como muitos talentos, ele cresceu no meio religioso. Seu pai, também maestro, logo que passou a frequentar os cultos recebeu a incumbência de tocar trompete. Sabia cantar, mas não tinha a mínima noção do instrumento de sopro. Em dois anos, assumiu o posto de professor e treinava novos recrutas.

“Meu pai é maestro desde que me conheço por gente. Ele aprendeu a reger sozinho e, depois que se converteu, passou a tocar trompete também. Aprendeu na marra, lendo partitura, estudando sozinho. O esquema é: senta aí e vai pegando com os que já sabem.”

Família Jackson
Nilton cresceu participando de corais gospel. Ele e os três irmãos formaram um quarteto na infância e faziam sucesso no cenário religioso. “Minha mãe aprendeu a tocar piano com meu pai e eles ensinaram tudo pra gente. Repetíamos o que eles mandavam, tínhamos uma voz boa, mas não sabíamos direito o que estávamos fazendo.”

Com o gogó afinado e popularidade nas igrejas evangélicas de Campinas, interior de São Paulo, aos 22 anos, ele dava aulas de canto particulares. Tinha seu cartão divulgado nos painéis dos templos e ganhava para ensinar o que sabia a quem estivesse disposto a pagar. Nessa época, resolveu montar um coral profissional. Convidou amigos e conhecidos competentes do meio e fundou o Kadmiel – segundo ele, o único coral do Brasil que não canta só dentro de igreja.

“A maioria dos contratantes não é evangélica, não tem vinculo nenhum. Em março, por exemplo, cantaremos no casamento da modelo Carol Trentini, em Santa Catarina. Ela não é evangélica. Trabalhamos muito bem nesse meio. Cantamos de tudo um pouco.”

A ideia transformou Silva em uma espécie de headhunter de backing vocals. Artistas como Simoninha, Paula Lima, Alexandre Pires, Sandy e Junior já procuraram por ele pedindo indicação ou até mesmo interessados em usar o coral em gravações de programas de TV, CDs e temporada de shows.

“A Paula Lima viu nossa apresentação e ficou encantada. Trocamos cartões e tempos depois ela queria indicação de cantoras para a turnê e gravação de CD. Minha irmã é do Kadmiel e foi backing dela durante um ano.”

Trampolim

Shirley Oliveira durante apresentação no bar The Orleans, em São Paulo (Foto: Caio Kenji/G1)

Shirley Oliveira durante apresentação no bar The Orleans, em São Paulo (Foto: Caio Kenji/G1)

Exportar talentos para o mundo secular passou a ser uma rota comum. Shirley Oliveira, 32, está como vocalista da banda do baixista Pixinga durante a temporada de shows que ele faz em um bar na zona oeste da capital paulista. Ela já fez segunda voz para Alexandre Pires, Jair Oliveira, Tânia Mara, Daniel e Jair Rodrigues. Foi para a igreja Universal aos 7 anos, influenciada por uma amiga.

Depois que virou cristã, enfrentou uma “peneira”, realizada pela esposa do pastor, que se encantou com o poderio de sua voz. Teve aula de técnica vocal, cantou em corais e, com o tempo, descobriu a profissão que queria seguir.

“Dos 7 aos 10 comecei abrir voz. Fiz regência com 15. Aos 16, descobri a música black gospel. Na época era VHS ainda, os colegas me davam fitas pra eu escutar. Fiquei apaixonada por esse tipo de música e fui de ouvido mesmo buscando ter aquele estilo, entonação vocal. Não tive estudo, fui pegando conforme era apresentada, ou descobria novas referências.”

Versáteis
O autodidatismo também deu a Aldo Gouveia, 42, um lugar cativo na banda do cantor Fábio Junior, com quem trabalha desde 2003. Antes disso, fez segunda voz em shows dos Racionais MC´s.

Segundo ele, o rapper Mano Brown chegou a frequentar alguns cultos atrás de cantores. “Temos amigos em comum, pessoas do meio. Ele precisou de backing em 96 e eu fiz alguns shows.”

Hoje, Aldo é produtor musical e tem um estúdio próprio no centro de São Paulo. Faz trabalhos para todo tipo de banda, mas considera a educação musical religiosa um atestado de qualidade e, principalmente, desenvoltura.

“Músicos da igreja têm que correr atrás. O acesso existe, mas não é uma formação de alto nível. Quem gosta, tem o sonho, se vira pra se capacitar. Com o tempo, isso foi formando um grupo seleto de profissionais mais versáteis, maduros e uma rede de contatos.”

Fonte: Ótima pauta e ótimo texto de Lívia Machado Do G1, em São Paulo

Apenas uma lembrança

Publicamos matéria semelhante sobre a condição dos músicos nas igrejas evangélicas na última edição da Revista Conteúdo Cristão, que vale a pena ser lida por se tratar de uma dura realidade em nossas igrejas. #oremos  

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