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“A mediocridade na música e a pequenez criativa estão ligadas ao contexto e ao tipo de púlpito que os músicos vivem”, Marcos Almeida

Marcos Almeida. Uma das raras vozes do atual cenário musical gospel que tive o prazer de conversar, entre tantos outros que também tive a satisfação de ouvir nessa caminhada jornalística cristã. É o tipo de cara que te atrai para uma conversa sincera, um partilhar de ideias novas.  É o cara que te ouve e sente, mas quer dar um recado bacana sobre o que pensa sobre assuntos variados, como por exemplo o mercado musical cristão vorazmente taxado de Gospel.

Almeida é uma dessas vozes que considero – ele também se considera – contrárias ao ao pervertido mundo da música gospel que cada vez mais endossa o mercado e, porque não, dissemina a terrível e temível teologia da prosperidade em detrimento de uma teologia que vê o homem em sua integralidade.

E por falar em integral, anteriormente replicamos na íntegra no blog de CONTEÚDO o mesmo bate-papo, porém sem o vídeo. Consideramos, portanto, ser de extrema importância e de notável interesse público saber o que pensa Marcos Almeida, que nessa entrevista exclusiva à CONTEÚDO, depois de participar do show de lançamento do DVD do músico Ricardo Vianna realizado em Montes Claros-MG, dá detalhes de sua pausa na banda {Palavrantiga}. “O que sustenta a gente não tem nada a ver com música”, uma entre tantas outras frases que marca essa entrevista.

Confira a entrevista na série #ConteúdoEntrevista

ENTREVISTA “O que sustenta a gente não tem nada a ver com música”, diz Marcos Almeida que se despede do Palavrantiga

Na cidade dos homens, tem músico que sabe cantar. E bem! A frase é uma referência a uma das letras (Rookmaaker) do músico, compositor e poeta cristão, vocalista da banda mineira Palavrantiga, Marcos Almeida, que participou da segunda etapa do lançamento do DVD do músico montes-clarense, Ricardo Vianna. Vianna recebeu no palco, especialmente montado no estacionamento da Fasi, bandas expoentes e veteranas do cenário cristão regional. Nesta entrevista concedida ao jornalista Andrey Librelon, editor da Revista Conteúdo Cristão, logo após o show, Marcos Almeida mostra simplicidade, empatia e diz que é importante ter vozes contrárias a, digamos, teologia da prosperidade. Confira abaixo.

Vocalista do Palavrantiga, Marcos Almeida, em show em Montes Claros-MG (Foto: Matheus Peireira/Conteúdo Cristão e Rosana Rabelo/Divulgação)

Conteúdo Cristão – Partindo da proposta de Rookmarker, de que a arte não precisa de justificativa, você acredita que a música é apenas um instrumento de adoração?

Marcos Almeida – Depende de quem faz a música, não é? Adoração não tem a ver com o objeto em si, mas quem manuseia o objeto.

CC – Estilo diverso, letras profundas e que fazem pensar, diferente das músicas e letras que percebemos a partir de cânticos congregacionais que são endossados pela maciça campanha da teologia da prosperidade. Como é trabalhar na contramão desse mercado?

MA – É importante ter vozes diferentes. Aliás, eu torço para que outras vozes surjam, sejam a favor ou contra, não sei, mas que seja diferente, autêntico. A gente está tentando ser bem honesto com aquilo que a gente está fazendo.

CC- Essa é que é a verdade?

MA– Na verdade, a música que eu faço tem a ver com as experiências que vivo. Então, não consigo fazer muito do fingimento do artista. Todo o artista tem um pouco de fingimento nele. (risos). Eu fico mais ligado naquilo que estou experimentando, vivenciando. A teologia da prosperidade dá muita ênfase em certas coisas e esquece, sabe, outras partes do evangelho, da vida, e realidades sociais não se aplicam à ela, não é para todo o mundo. Enfim, acho importante ter vozes contrárias sim.

CC – A Igreja atual me parece ser muito resistente ao ‘estilo pop’ em detrimento aos louvores congregacionais executados em exaustão em nossos templos você não acha.

MA – Não sei! Existem muitas igrejas, né (sic) cara. A comunidade que eu participo, por exemplo, é muito eclética. Temos cultos que tem axé, rap, forró e tem o culto clássico que eu participo aos domingos pela manhã que tem só hino, com coral, quartetos, piano. Acho que vivemos num tempo de convergências, onde as diferenças conseguem conviver bem. O que sustenta a gente não tem nada a ver com música, não é? Quando o cara cai na real em relação a isso, as diferenças ficam menores.

CC– Na cidade dos homens, tem gente que consegue ouvir?
MA– (risos altos) Acho que sim! (risos altos) Acho que sim!

CC– Em entrevista à Rede Super (Igreja Batista da Lagoinha) em 2012, você disse que o grande desafio enquanto músico é transformar uma produção, um texto ou poesia, num produto que é exposto na prateleira. É o principal desafio do músico cristão?

“Toda essa questão da mediocridade nas letras de muita música gospel, essa pequenez criativa, não é culpa dos caras que compõem, não. Está relacionado ao contexto que eles vivem”

Marcos Almeida, músico

MA – A tensão maior é quando você vê um material que é da alma, que não tem preço, virar um item de prateleira. Você vive essa tensão sempre. A arte, a música não tem valor monetário e você acaba tendo que gravar um disco e esse disco vai ter que ir para a prateleira, vender enfim. Esse é o sentido, da arte tocar algo que não tem preço.

CC – Você que lê Rookmarker (risos) acha que os cristãos/evangélicos estão carentes de uma literatura que os interesse, que os faça curtir esse tipo de música?

MA – Isso está muito relacionado com aquilo que a gente lê e o que a gente ouve. E não só isso. Também tem a ver com o que a gente ouve nos púlpitos das igrejas. Toda essa questão da mediocridade nas letras de muita música gospel, e essa pequenez criativa, questão poética, não é culpa dos caras que compõem não. É o contexto que eles vivem. Se eles tivessem um púlpito melhor, se tivessem uma pregação mais abrangente e tivessem coragem de se encontrar com outras frentes, outras vertentes cristãs, acredito que eles iriam se enriquecer mais. Então, para quem aprecia a arte também. É muito contextual. Então, toda a arte também tem esse vínculo com o social, com o tipo de pessoal, família, igreja, bairro. Enfim, acaba tocando em coisas mais amplas.

CC – A banda Palavrantiga, que você integra, anunciou oficialmente há duas semanas nas mídias sociais que o Marcos Almeida entrará para um ‘período sabático’. Para alegria ou tristeza dos fãs, o que significa esse período?

MA – (risos altos) As pessoas me perguntaram se “sabático” é uma nova banda (risos).  E nem virei judeu! (risos)

CC – Tem a ver com a banda Black Sabbath? (rs)

MA – (risos) Não, cara. Não tem nada a ver. (risos) Não é uma nova banda. Mas é preciso renovar. Eu preciso me encontrar com coisas novas, me inspirar naquilo que eu não me inspirava antes. É isso que eu estou esperando. Um tempo de reflexão, de descansar a terra do coração.

CC – Você tocou pela primeira vez em Montes Claros. O que você achou de pisar na terra de Beto Guedes?

MA – Me tragam de volta aí (risos). Gostei de mais, cara, muito mesmo. Me senti em casa. Amo Minas, amo Montes Claros, terra do Beto Guedes, e de tanta gente legal que fez e faz história. Espero voltar, quem sabe, o mais breve possível. Deixo pra Montes Claros a motivação de continuarem a compartilhar a esperança subvertendo a esse mundo com alegria.

Redes sociais. Perfil da Veja no twitter é invadido por hackers

anonymus

Perfil oficial da Veja no Twitter hackeado no início da tarde desta segunda-feira (17/06)

O perfil oficial de uma das maiores revistas semanais em circulação no país, a Veja, foi invadido no início da tarde desta segunda-feira (17) pelo grupo #AnonymousBrasil. Os posts não oficiais começaram a ser postados às 12h48.  Até o início da tarde, o grupo havia feito pelo menos sete posts, todos com teor anarquista e revolucionário, apoiando o movimento contra o aumento das passagens, que desencadeou no Sul do país.

post_veja

Último post oficial da Veja publicado no perfil (reprodução/Twitter)

Há pouco, por volta das 13h, a fan page oficia da publicação impressa divulgou nota, na seção “Vida Digital”, na qual sinaliza aos leitores e internautas que “a publicação das notícias de VEJA foi interrompida às 12h20 e todos os tuítes postados a partir desse horário são de autoria dos invasores”.

Ainda segundo a postagem da Veja, dois perfis ligados a VEJA foram invadidos nesta segunda-feira. As contas são @VEJA, o perfil principal da publicação, e @radaronline, assinada por Lauro Jardim, redator-chefe da revista.

A publicação das notícias de VEJA foi interrompida às 12h20 e todos os tuítes postados a partir desse horário são de autoria dos invasores. O bloqueio dos perfis já foi solicitado pela redação à rede social.

Contra-ataque

A direção de Veja Online com certeza deve contra-atacar. O interessante para os que curtem mídias sociais, internet, marketing digital e tendências digitais, bem como o conteúdo postado diariamente e semanalmente em Veja é acompanhar como será o desentranhar dessa história. História que nos faz um alerta.

Atualmente, o perfil da Veja no Twitter tem mais de 2,5 milhões de seguidores na rede social. No facebook, a fan page da revista tem 1,8 milhões de fãs.

Trata-se de um “vandalismo virtual” que sai das ruas e toma as redes (sociais).  É o conhecido “ativismo de sofá” que, novamente, tenta forçar a atenção do país e do mundo para uma causa coletiva, mas que perde o foco com ações ilegais, violência – sem generalizar outros movimentos sociais que tem um ativismo bacana – expondo a fragilidade não só de um perfil isolado como o de Veja, mas de um sistema universal e complexo.

Volto a dizer. Pra gente, fica a expectativa e o exemplo de como a publicação irá se safar dessa ação estranha e, diga-se, ilegal.

Andrey Librelon

Editor do Blog

De viciado em drogas a vereador, Irmão Waldiney é eleito em Montes Claros

Ele pretende construir um centro de recuperação de dependentes químicos. O vereador ficou conhecido por fazer propaganda volante em Montes Claros

Vereador eleito com 2.653 votos quer ajudar
dependentes químicos a largar o vício
(Foto: Thiago França/G1)

“Eu não me amava. Esqueci do mundo e de mim”. A declaração é do vereador eleito em Montes Claros (MG) pelo PHS, Waldiney da Silva, de 34 anos. O irmão Waldiney, como é conhecido, falou ao G1 sobre os 10 anos em que foi dependente químico.

Ele começou a consumir drogas aos 15 anos de idade, passou por quatro centros de recuperação e chegou a morar na rua durante um mês.Waldiney chegou a ter uma overdose e sofreu uma parada cardíaca. A última vez que consumiu drogas foi em 2004. “Foi quando tudo começou na minha vida. Eu falei com Deus que eu iria mudar”, conta.

Ele começou a frequentar uma igreja evangélica e sentiu que sua vida começou a ser transformada.”Troquei a minha família e meus sonhos sonhos pela droga. Fui morar nas ruas, não por falta de casa ou comida, mas porque eu não não gostava de mim”, revela. O vereador eleito conta que o pai foi um dos responsáveis por fazê-lo largar o vício. “Ele falava comigo: “Deus vai te dar força, você vai sair dessa’. Ele me ajudou muito”.

Tem muita gente precisando de oportunidade para mudar de vida ”

Irmão Waldiney, vereador eleito

O Irmão Waldiney se casou e começou a trabalhar com propaganda volante pelas ruas de Montes Claros, foi quando passou a ser conhecido e a conhecer a realidade dos bairros carentes da maior cidade do Norte de Minas.

Ao receber um convite do presidente do Partido Humanista da Solidariedade (PHS), resolveu concorrer ao cargo de vereador. Um dos motivos, segundo ele, foi a vontade de criar um centro de recuperação para dependentes químicos. “Tem muita gente precisando de oportunidade para mudar de vida. Qualquer ser humano pode dar a volta por cima”, destaca.

O vereador eleito também promete trabalhar para melhorar a saúde na cidade e é a favor da construção do hospitaldo trauma e regional. Ele afirma ainda, que a região do córrego das Melanciais precisa de asfalto, de estrutura para quem pratica cooper. “Vou atuar junto com o prefeito e os outros vereadores para revitalizar aquela região”.

“Não sou artista, sou pastor”, esclarece Thalles sobre polêmica da limousine

Thalles esclarece informação sobre suposta promoção em limousine 

Fake. Promoção falsa espalhada pela internet é desmentida por assessoria do cantor

As redes sociais e a internet andam causando polêmica. Dessa vez, o alvo dos chamados trollers foi o pastor e cantor mineiro Thalles Roberto. “Na limousine com o Thalles é fácil. Quero ver louvar com a galera no fundo da Fiorino”. Assim foi iniciada uma polêmica envolvendo o cantor que, indiretamente, foi envolvido numa promoção que levaria o fã ao show do cantor numa limousine.

A verdade veio à tona na manhã desta quarta-feira (21/11), quando o músico usou, primeiramente, as redes sociais, logo em seguida sua assessoria de imprensa deu nota completa para explicar o imbróglio.

Somente depois da repercussão nas redes sociais, Thalles tomou conhecimento da promoção. De acordo com a assessoria, o músico não está realizando qualquer tipo de promoção referente a passeio em limousine ou similar. “Toda e qualquer promoção, agenda e notícias oficiais são publicadas primeiro no site”.

O músico Thalles Roberto. Foto postada em uma de suas redes sociais

“No dia que eu entrar em uma limousine com um fã para ir a um show, pode dizer que eu estou doido e jogar uma pedra na minha cabeça. Jamais faria isso, sou pastor de ovelhas, não artista”, brincou o músico.

Segundo Thalles, o responsável por esta agenda em sua equipe entrou em contato com a organização do evento informando que ele não vai participar de nenhuma programação deste tipo, mesmo que tenham feito sem qualquer autorização oficial dele.

“Se um dia alguém me encontrar numa limousine com um fan é pq eu to doido, pode me internar! Não tenho cara. Minha missão é evangelizar”, postou Thalles em seu perfil no Twitter.

“Nem todos que dizem Senhor, Senhor vão entrar no reino dos céus. Quando nos tornamos pessoas públicas esse tipo de informação se espalha sem tomarmos conhecimento. Eu não sou artista, sou pastor. As pessoas que me acompanham não são fãs, são ovelhas. Tenho muito respeito e temor pelo chamado que o Senhor me confiou”, completa Thalles.

D’ Passagem lança 1º CD e divide palco com Carlinhos Félix hoje em Montes Claros-MG

Por Adriana Queiroz

 Hoje é uma data muito especial para a música gospel em Montes Claros e região. A banda montes-clarense D’Passagem faz o lançamento de seu primeiro CD intitulado Se eu me arrepender, às 21h, no Automóvel Clube de Montes Claros.

E são muitos os motivos para comemorar, afinal, o grupo já participou de importantes eventos, sempre com o mesmo objetivo: falar sobre o amor de Deus as pessoas.

Fotos: Divulgação

– Estamos felizes com a realização desse sonho, que na verdade se concretiza depois de um longo trabalho prestando auxílio às igrejas na área musical através de oficinas e workshops, como também em ministrações  e celebrações, diz o vocalista Fellipe Freire.

A banda D Passagem já participou de congressos, conferências, festivais e diversos eventos em nosso estado. Recentemente lançou o site

A banda é composta pelos músicos Jeremias Soares (vocalista), Bruna Librellon (vocalista), Murilo Freitas (baterista), Tim Silva (guitarrista), Daniel Alves (violonista), Francisco Júnior (baixista), Daniela Xavier (vocalista) e Fillipe Freire (vocalista). Participam do show nesta noite, o tecladista Saulo Leony, o guitarrista Sidney Pereirão e o baixista Riquinho.

– A cada dia temos amadurecido como servos de Cristo, como músicos e profissionais. Nossa música é para atingir todos os públicos e a mensagem de vida é para alcançar pessoas de várias religiões. Antes cantávamos praticamente só dentro das igrejas. O que fazemos hoje é cantar e celebrar ao nosso Deus por onde passamos,seja na igreja, em templos, festas agropecuárias, – hoje no Automóvel Clube – temos cantado o amor de Deus e levado essa alegria para todas as pessoas, diz o vocalista.

No repertório dez faixas, sendo duas regravações e oito composições autorais, entre elas, Se eu me arrepender, A resposta, Tudo vai ficar bem e Descansar em mim.

Um dos convidados especiais do encontro musical é o cantor e compositor Carlinhos Félix, considerado um dos precursores e um dos mais notáveis intérpretes do rock cristão no Brasil. Suas composições registradas em discos como Mais Doce que o Mel (1981) e Luz do Mundo (1983) marcaram gerações.
Serviço

Quando: Quarta-feira (14), às 21h
Onde: Salão de eventos do Automóvel Clube, Rua Dom João Pimenta, nº 127 – Centro
Quanto: R$20,00
Ingressos: (38) 9193-2123 e 8428-9079 e lojas Livraria Vida e Lá Equipamentos Musicais

Veja os parceiros do evento

Fonte: O Norte de Minas

Televisão. Show da Fé estanca ibope de horário nobre da Band

Apesar dos investimentos e mudanças na programação noturna da Band, a faixa nobre da rede segue com a mesma média de audiência de 2011: 3,5 pontos. Cada ponto equivale a 60 mil domicílios na Grande SP.

Essa estagnação tem ligação direta com a venda de parte do horário nobre para o programa religioso de R.R. Soares, que derruba a audiência no horário.

Fonte: (Outro Canal

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